Nesta segunda-feira visitamos o Museu da Pampulha que faz parte do complexo arquitetônico da Pampulha projetado por Oscar Niemeyer em 1943 a pedido de JK, para a criação de um bairro para a Classe média alta de Belo Horizonte. Inicialmente, o museu foi criado com a finalidade de ser um Cassino para a época. Porém, funciona como museu desde 1957.
Esse prédio foi projetado num padrão modernista da época, com alguns princípios como um pilotis que cria uma planta livre, percebendo assim as janelas e as fachadas livres. Vários aspectos podem ser percebidos, como a ousadia de Niemeyer fazer muito uso de formas arredondadas - moldando assim o concreto armado, de muitos pilares que substituem as paredes e de criar um circuito a ser percorrido entorno do prédio.
Niemeyer também faz um bom uso da mescla entre o público e o privado. Muitas vezes não conseguimos identificar quando termina o espaço público e quando começa o privado do museu. E mesmo sendo um arquiteto modernista, ele acaba desconstruindo alguns parêmetros deste, como por exemplo o uso de azuleijos decorados do lado de fora do prédio, e a mistura de materiais como o alumínio, o mármore, a madeira, espelhos, entre outros.
Além das características do prédio, a entrada é toda decorada com belos jardins, criados por Roberto Burle Marx, que aparentam uma desordem e também um padrão de cor.
A junção dessas duas artes formam um maravilhoso ponto turístico de Belo Horizonte situado num nível acima da lagoa em que podemos ter uma visão geral de todo o Projeto Arquitetônico da Pampulha.
Alguns croquis feitos no local através da observação:
- 1º parte de trás do museu que representa o auditório.
- 2º parte lateral esquerda da fachada.




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